eventos que já aconteceram…

Encontro realizado conforme a Lei 11.265/06

Reunião de volta ao trabalho março de 2007

Existe vida após a volta ao trabalho? Como vai ser? Vou conseguir amamentar ainda? Como funciona este tal congelamento? Quantos dias posso congelar? Em que pote? Meu filha(o) vai sofrer com a minha ausência?

A Matrice Flávia Gontijo definiu bem a volta ao trabalho: não é sem dor, mas há vida após a volta ao trabalho!!!

Nós da Matrice pensamos muito nisso e por isso convidamos, três super mães para falar da volta ao trabalho. Como essas mulheres voltaram, congelaram, mantiveram a produção e se relacionam com seus filhos. Vamos falar mais sobre tudo isso?

QUANDO: 23 de Agosto de 2008

ONDE: Praça São Crispin 151, Lapa (voltamos para o querido estúdio da Ana B)

HORÀRIO: 15:30 às 17:30

FONE:   11 96223737   ou escreva : grupomatrice@gmail.com

CARTA DE SANTOS
XI ENAM – Encontro Nacional de Aleitamento Materno e o I Encontro Nacional de alimentação Complementar – ENACS, com o tema: Fortalecendo as Redes de Promoção, Proteção e Apoio do Aleitamento Materno e da Alimentação Complementar.

Considerando o conceito de Rede tecida por Todos: sociedade civil organizada, profissionais, gestores e cada um de Nós, laços desta Rede, sob a perspectiva da autonomia das mulheres e das relações solidarias e respeitosas entre gêneros.

Considerando o compromisso ético de todos os envolvidos no cumprimento das Leis de proteção da amamentação, destacamos a Resolução da Assembléia Mundial de Saúde AMS -2010:

  • Acabar com todas as formas de promoção inapropriada de alimento para crianças pequenas (e lactentes) que apelam para valores nutricionais e de saúde. Interromper o uso disseminado de apelo de melhor QI, melhor visão, de proteção contra infecção.
  • Acabar com os textos de duplo sentido das publicidades e rotulagem de alimentos para bebês e crianças e familias.
  • Reduzir o impacto, na criança, do marketing de productos e alimentos prejudiciais. Exigir do Poder Público o cumprimento das Leis de proteção a amamentação e alimentação complementar livre de conflito de interesses, inclusive nos locais de circulação e convívio de crianças.

Além disto, os encaminhamentos dos participantes deste Encontro enfatizam a necessidade de ampliar ótica da interdisciplinaridade, na pesrpectiva da segurança alimentar como Direito Humano, considerando as relações de gênero pautadas nos direitos sexuais e reprodutivos: contracepção, concepção, gravidez, parto – nascimento, amamentação, puerpério, alimentação complementar e planejamento familiar.
Assim, firmamos o compromisso ético e afetivo com a presença de todos os atores sociais, em especial, das mulheres e suas famílias, como marca e inspiração para o processo de transformação e fortalecimento desta Rede.

Reunião de Volta ao Trabalho

Espaço Vida e Nascer Natural dia 23 de fevereiro de 2008

(relato Analy Uriarte)

Nossa quarta reunião de Volta ao Trabalho que aconteceu ontem foi cheia de novidades incluindo bebês mamando no copinho e mães tirando leite com uma bomba elétrica dupla.
Diferente das anteriores, não pudemos contar com os depoimentos maravilhosos de Andrea Carvalho e Roselene Araújo. Essas duas mães, figuras constantes em nossas reuniões, traziam relatos de sucesso na sua relação de amamentação em circunstâncias bastante adversas. (veja resumos abaixo)

A reunião começou com o relato da Relze Fernandes, mãe do Pedro com 3 anos e da Luana com 3 meses. Relze voltou a trabalhar quando Pedro tinha cinco meses e meio, pois juntou sua licença-maternidade (4 meses) com férias e quinze dias de licença-amamentação. Ela contou como começou a tirar e armazenar leite um mês antes, por “precaução”, e descreveu a rotina das semanas de aleitamento exclusivo na creche onde ela deixava 4 mamadas (duas à tarde e duas de manhã) e ainda ia amamentar seu filho na hora do almoço. Essas caminhadas ao berçário, a apenas seis minutos de distância do seu local de trabalho, eram seus melhores momentos e ela só parou de ir quando Pedro tinha mais de uma ano e começou a dormir nesse horário. Igual a muitas mães, ela trabalha das oito às cinco e meia da tarde que muitas vezes vira seis ou até sete e meia da noite totalizando mais de 12 horas de berçário para Pedro.

Para armazenar os 600 ml que ela precisava por dia, ela começou tirando leite de manhã e à tarde no escritório. Sem local próprio, ela usava mesmo o banheiro e disse ter se sentido bastante apoiada pelos colegas de trabalho que chegavam a marcar reuniões fora dos horários dela de tirar leite e até lembrarem-na quando ela por ventura esquecia de levar sua garrafa de água ao banheiro.

Uma vez que Pedro começou a comer outros alimentos, ela parou de mandar tanto leite ao berçário, mas continuou tirando leite pelo menos uma vez por dia no escritório durante um ano. Seu horário preferido para tirar leite, no entanto, era de madrugada.

Ela seguiu as recomendações normais de armazenamento e cuidados com o leite e as berçaristas também mostraram-se muito prestativas, tanto que Relze está pensando em ir um passo além e tentar não usar mamadeira desta vez com a Luana.

Outra que aceitou o desafio foi Tatiana Alonso, mãe da Sofia, que até tirou leite e deu para Sofia no copinho na reunião. Sua mãe e avó da Sofia também estava presentes e vai ajudá-la nessa volta ao trabalho com o uso do copinho. A bebezinha lambeu tudo e, embora a quantidade fosse pouca, é assim como tudo nesse mundo de bebês: da primeira vez você só tira 10ml e semanas depois você está enchendo um vidro de 200ml.

Mamadeiras não são acessórios necessários para a mãe que tem que se afastar de seu bebê, no entanto, são poucos os adultos que cogitam alimentar um bebê de três, quatro ou seis meses com o uso de um copinho. O uso de mamadeiras com bebês nunca pode ser considerado inofensivo. São vários os riscos que ela traz: num bebê pequeno, a mamadeira estimula o mal-posicionamento da língua na hora de mamar. Isso pode levar a uma mamada no peito menos eficiente ou ao desmame por “confusão de bicos”, como é comumente chamado. Mesmo que isso não aconteça com você, como não aconteceu com a Relze e o Pedro que continuam ainda usufruindo uma relação de amamentação boa, a mamadeira é um potencial receptáculo de contaminação, além de produzir problemas na arcada dentária. No entanto, seu uso está tão enraizado na nossa cultura, que dificilmente você encontra uma boneca sem mamadeira ou chupeta para comprar. Acredite, nós procuramos!

Elly Chagas, mãe do pequeno Caetano que recusou a mamadeira importada com nome insinuante Breastflow, está pensando em usar o copinho. Ela também quer ir além e está preparando um documento para ser entregue às creches em defesa do aleitamento materno. Nesse esforço conjunto, estamos aceitando idéias e depoimentos de todos os tipos.

Outra que não usou a mamadeira foi Gisele, mãe do Enzo, hoje com um ano e meio. Enzo foi internado ao nascer e sem apoio correto Gisele acabou no complemento. O uso de sonda causou confusão na pega do Enzo e muitos machucados no bico do peito da mãe. Isso foi piorado por um forte de caso de monolíase que lhe causava muita dor. Sua mãe, forte defensora da amamentação, disse-lhe para não desistir mesmo ela desmaiando de dor pois “amamentar valia a pena”.

Gisele conseguiu fazer a relactação e começou a tirar leite para voltar a trabalhar. Determinada a conseguir ficar longe por mais de doze horas e alimentar seu bebê de seis meses, ela construiu um estoque em seu freezer de mais de seis litros de leite materno em três meses. Tudo acabou desperdiçado quando a empregada decidiu descongelar o freezer. Gisele não desistiu e sua mãe novamente a apoiou dando leite no copinho para o neto enquanto a filha foi trabalhar. Hoje Enzo ainda mama e Gisele está satisfeita por não ter desistido diante de tantas adversidades.

Encerrando a tarde tivemos a chegada da Flavia Gontijo com uma poderosa bomba dupla da Ameda. Flavia tirava 360 ml para sua filha em sete minutos no auge de sua carreira “trabalhadora que amamenta”. Hoje sua filha tem três anos e divide o peito com seu irmão menor de um mês. Na demonstração do uso da bomba acabamos verificando a técnica da Flavia e não resistimos a experimentar também. Primeiro a Fabíola e depois eu mesma.

Hoje sinto-me um pouco menos adversa à idéia de uma máquina sugar meus peitos. A simples idéia me causava um certo calafrio e eu sempre dei graças por não precisar fazer isso. Ontem, no entanto senti que eu poderia fazer isso facilmente e embora a amamentação seja muito mais que mililitros de leite, dizer não ao NAN e outros subsitutos inadequados são motivo mais do que suficiente para enfrentar o “desconforto” de tirar leite, a rotina de armazenar e descongelar, higienizar e transportar. Eu recomendo. Até o barulho que tanto falam é apenas um leve pulsar, quase agradável.

Lista de presentes:
Relze, mãe do Pedro e da Luana (3 anos e 3 meses, respectivamente) e pai
Gisele, mãe do Enzo com um ano e meio
Flavia, mãe da Ana e do pedro (3 anos e 3 meses, respectivamente)
Elly, mãe do Caetano de 5 meses
Leticia, mãe da Marina de Piracicaba com 3 mese e 23 dias
Tatiana, mãe da Sofia com 5 meses e avôs
Irene, mãe do max de cinco meses
Gisele, mãe da Nicole de 3 meses e pai
Luana, mãe da Beatriz de 7 meses e Roselane (avó)
Ana Leticia, mãe da Julia de 6 mese e pai
Alessandra, mãe da Sofia de 3 meses e pai
Ana, mãe da Clara de um ano e meio
Fabíola, mãe da Paola de 3 anos
Analy, mãe do Fred 1 ano

Andrea Carvalho é mãe do Ian com quase quatro anos e que nasceu com incapacidade de sugar. Ela alimentou seu filho com seu leite por um ano, seis meses exclusivos e voltou a trabalhar antes do seis meses. Em seu relato ela narra com precisão como manteve sua produção sempre alta e dos cuidados com o armazenamento do leite materno. (veja trechos aqui)

Roselene Aráujo é mãe de três meninas amamentadas ao peito mas foi somente depois da terceira ter mais de seis meses que ela encontrou informações suficientes para não desmamá-la antes do tempo. A terceira, portanto, acabou mamando até os três anos, mesmo que somente nos finais de semana e à noite.

Cáries?

“Crianças que mamam no peito podem apresentar cáries. Isto não ocorre por causa do leite materno, mas sim pelo fato da alimentação complementar ser cariogênica, ou seja, o alimento contém açúcar (principalmente sacarose) e, portanto, é capaz de fermentar e produzir os ácidos que originam as cáries. Nesse sentido observa-se mais um benefício do LM, pois em famílias com alta ingestão de açúcar, se a criança não mamasse no peito, provavelmente faria uso de mamadeira com acréscimo de açúcar, aumentando freqüência no consumo do açúcar e permitindo o surgindo de lesões de cáries nos “dentes da frente”. Isto ocorre, pois a quantidade de líquido que sai da mamadeira é constante (diferentemente do que ocorre no ordenha da mama, onde a criança realiza o ciclo ordenha-deglutição-respiração) deste modo, um pouco deste líquido retorna para a parte mais anterior da boca, ficando estagnado e favorecendo o surgimento de cáries nos incisivos. Quando as cáries são provocadas por alimentos cariogênicos de consistência sólida, as lesões costumam se localizar nos “dentes de trás”. O ideal é que não sejam oferecidos alimentos acrescidos do chamado açúcar de mesa ou alimentos industrializados que possuam sacarose, ou pelo menos, diminuir a freqüência de seu consumo, assim estaremos não só prevenindo a doença cárie, como também a diabetes, a obesidade, etc. Em sua tese de doutorado, o odontólogo Luciano Artioli Moreira, orientado pelo Prof. Dr. José Martins Filho, concluiu que entre a população estudada, crianças entre 2 e 12 anos, aquelas que foram amamentadas no peito por um período superior a 6 meses tiveram menor experiência de cárie dentária do que as que mamaram no peito por menor tempo. Estudos como este são muito importantes, pois infelizmente entre os dentistas existem discursos que continuam dando margem a dúvidas. O que acontece é que estes profissionais acabam voltando seu olhar apenas para os fatores relacionado com o surgimento da lesão de cárie, sem conhecer e/ou reconhecer as vantagens do leite materno, como, por exemplo, o fato do LM possuir um complexo sistema de defesa que inibe o crescimento de vários microorganismos, entre eles o streptococos mutans, principal microorganismo causador da cárie. É possível ler mais sobre o tema no artigo “Aleitamento materno e cárie do lactente e do pré-escolar: uma revisão crítica” de Nilza Ribeiro e Manoel Ribeiro aqui nesse endereço.”

Alessandra Rivero Hernandez, dentista, membro da IBFAN/Porto Alegre

Compareça em nossa reunião amanhã, sexta-feira dia 11/04, a partir das 14h30, no Gama e venha compartilhar sua experiência e ouvir uma dentista especialista nesse assunto. Não requer inscrição prévia.

Fotos da nossa última reunião, semana passada!

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Compareça! Venha compartilhar suas impressões, suas dúvidas, suas histórias!

Bazar de Natal!

Foi uma delícia. Bolsas, camisetas, perfumes, roupas femininas, slings, apetrechos de bebê, um monte de produtos diferenciados, feitos com carinho, amor e “história social” (essa nós vimos num outro evento, pra explicar pq precisamos promover esses eventos que servem para [tentar] nos dar um pouco de $uporte!). Não perca nosso próximo evento!

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Baby-Art para todas as idades!!! Compareçam todos!

Bom, neste sábado, dia 10 de novembro, a partir das 15h, na marquise do Parque Ibirapuera, a arte-educadora Anna Marie Holm, autora do livro Baby-art, os primeiros passos com a arte, vai estar lá, junto com a equipe do Educativo do MAM, promovendo oficinas artísticas com as crianças de todas as idades que aparecerem!
Se você foi no nosso evento do dia das crianças e gostou, saiba que as atividades que acontecerão neste sábado serão semelhantes (na abordagem) e ao mesmo tempo muito diferentes (porque a Anna Marie tem idéias muito boas!!), então vamos repetir a dose!
Se você não foi, mas gostaria de ter ido, não perca esse evento!
E se você está curioso, apareça, traga seu bebê (de qualquer idade), vai ser muito gostoso fazer e pensar arte (aliás, o outro título do livro da Anna Marie!).

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SERVIÇO:
O quê: oficinas artísticas com algumas atividades descritas no livro Baby-Art, os primeiros passos com a arte
Onde: na marquise do Parque Ibirapuera
Quando: 10 de novembro, às 15h
Quem: famílias com crianças até 6 anos
Quanto: gratuito, retirar senha com 1 hora de antecedência no MAM

O Futuro da Amamentação – COMO FOI?

Foi uma delícia! Muitas mães, muitas crianças (de todas as idades), uma tarde agradável, historinhas, brincadeiras, conversas, encontros, sensações, comidinhas… quem perdeu, perdeu um programão!

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Veja no flickr tooodas as fotos!

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O Futuro da Amamentação – convite

Minha irmã que mora nos EUA veio me visitar no mês passado e trouxe minha sobrinha de 9 anos, que é americana.
O T. (onze semanas) começou a chorar e ela falou:
– “Let’s give him food… where is the bottle?” (vamos dar comida a ele, onde está a mamadeira?)
Falei que ele não mamava na mamadeira, e sim no peito e dei o peito a ele. Ela arregalou os olhos e ficou maravilhada com aquilo. Depois ela me perguntou se eu não me importava de amamentar em público. Eu disse que não, e expliquei a ela por que devemos amamentar, como ocorre a produção de leite, e lhe ensinei em inglês um monte de palavras relacionadas à amamentação. Lembrei que uma das primeiras coisa q aprendi na escola é q somos mamíferos, mas isso não quer necessariamente dizer que mamamos nos peitos de nossas mães… Que absurdo! Somos mamíferos, porém “mamamos” leite de vaca, Parmalat (como diz a propaganda…), Nan e Nestogeno (no meu caso, desde os meus 4 dias de idade).
Enfim, minha sobrinha ficou alguns dias colada em mim, pedindo para que eu amamentasse o T. a toda hora.
O T. adorou! Só espero que ela se lembre no futuro das coisa que lhe falei, quando chegar a hora de alimentar seu próprio bb lá nos EUA.

Depoimento da Clarissa, mãe do T., com 11 semanas

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DOMINGO dia 7 de outubro
Início: 14h30
Local: Galpão da Ana Thomaz
Rua Muniz de Sousa, 517 – Rua do Parque da Aclimação
Tel. 3399 4257

PROGRAMAÇÃO
Contação de Histórias com Kiara Terra
Floresta Sensorial para crianças de 0 a 100 anos
Lanche de Confraternização (tragam seu lanche preferido ou um suco)

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Encontro VOLTA AO TRABALHO (AGO/2007)

“Como voltar a trabalhar e continuar amamentando?”

“Tudo que seu bebê precisa é de seu leite por 6 meses ”

Somos bombardeadas por essa informação depois que nossos bebês nascem. Mas de repente meu bebê faz 4 meses e nós, mulheres que lutamos tanto por nosso mercado de trabalho, temos que voltar a trabalhar. Mas, e a amamentação?

Meu filho precisa do meu leite ou não precisa mais?

Nós da Matrice apoiamos estas mães neste momento!

Nós nos reunimos e trocamos experiências de como:

– voltar a trabalhar e continuar amamentando.

– como extrair o leite.

– como armazenar… e muito mais!

Quando? 15 de setembro 2007

Onde? Praça São Crispim, 151, Lapa, São Paulo

Que horas? A partir das 15h30 (até aproximadamente 17h30)

Adoramos a sua presença! Obrigada por compartilhar conosco a sua experiência !!

Essas são as fotos do nosso último encontro de Volta ao Trabalho

Clique nelas para ampliar:

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ma-ma-masp!

A Semana Mundial de Aleitamento Materno tem um significado muito importante no Brasil. Ela foi introduzida no país em 1993 por Denise Arcoverde e tamanho foi o sucesso que em quatro anos passou a ser comemorada em quase 5000 municípios. O desempenho da Denise a levou a coordenar a semana mundialmente até 2001.
No primeiro ano da Matrice decidimos celebrar a SMAM2007, cujo tema foi “Amamentação na Primeira Hora, Proteção Sem Demora”, em clima bem paulistano, com um evento no sábado de manhã, dia 4 de agosto de 2007, no vão-livre do Masp. Cristina e Débora, responsáveis por eventos do museu, foram as primeiras a se encantarem com a idéia e a acalorada recepção nos animou a seguir adiante, mesmo sem patrocínio.
Logo descobrimos que apoiar mães que amamentam é um tema que atrai muito: a empresa de eventos EntreProduções imediatamente se dispôs a montar o espaço, e trabalhar com eles durante os preparativos foi um imenso prazer, sem contar que pouco antes do evento nasceu o filho do João (um do sócios da EntreProduções), o que aproximou mais ainda todos.
Na programação, contadores de histórias, música ao vivo e uma ato simbólico com abaixo-assinado de mãozinhas dos bebês com a hora da primeira mamada. Esse documento será enviado à WABA mostrando nosso apoio à SMAM e nosso esforço em promover uma cultura de amamentação.
Nós abrimos nossa roda de conversas e ouvimos as palavras da Ana Cris Duarte (doula), Dra Selma Canoas (pediatra), Vilma Nishi (obstetriz), Dr. Jorge Kuhn (obstetra), Tereza Toma e Marina Rea (ambas do Ibfan), além de mães que contaram suas experiências pessoais. Marcantes foram as palavras de Patricia Carvalho, jornalista e mãe da Clarice, que resumiu bem: “antes eu pensava, pra tudo dá-se um jeito, hoje já acho, pra tudo dá-se um peito”.
O encerramento aconteceu com todos cantando “parabéns a você” para Sofia, nossa representante da primeira hora. Sofia nasceu de parto natural e mamou logo em seguida, há exatamente um ano atrás!
A lista de pessoas que participaram do evento é longa. Queremos agradecer a todos que prestigiaram o evento e reafirmar que a Matrice vai continuar organizando encontros divertidos e instigantes que ajudem a promover a amamentação e apoiar as mães que amamentam.

Agradecimentos (lista de TODOS – empresa e pessoa física – que colaboraram):
ENTREPRODUÇÕES
ACP COMUNICAÇÃO
Adriana Maltese
Ana Cris Duarte | GAMA
ARTEPALCO
à contadora de história
CASA DA SOGRA
BANDUMANA
BIO-AXIS
CASA ELIAS
CÁSSIA NAHAS TECIDOS
CATAVENTO BRINQUEDOS EDUCATIVOS
Flávia Gontijo
IBFAN
Jorge Kuhn
Juty Chen
Lara Dee | COSMÉTICA BELEZA E CIDADANIA
Leandra Sambiase
PASSANEL
LEITEFÁCIL
Mães da CASA DO ZEZINHO
Márcia Koiffman | PINHÃO E KOIFFMAN ADVOGADOS
Marina Rea
MASP
PARTO DO PRINCÍPIO
Patrícia Carvalho
Raquel Marques
Relze Fernandes
Roselene Nogueira

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Nós também vamos comemorar a Semana Mundial de Amamentação!

 
Estamos promovendo um encontro para celebrar o tema “Amamentação na Primeira Hora, Proteção sem Demora” no MASP (Museu de Arte de São Paulo) no sábado, dia 4 de agosto, às 9h00. A ação faz parte da programação da Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM), que é coordenada mundialmente pela WABA (Aliança Mundial Pró Aleitamento Materno) e que acontece de 1 a 7 de agosto. Nesta edição da SMAM, os holofotes estarão sobre a importância da amamentação na primeira hora de vida do bebê.
O objetivo do evento é chamar gestantes, mães, maridos, filhos e demais parentes e amigos para uma roda na qual sejam discutidas questões referentes ao tema central do encontro. Pessoas que atuam na área de saúde e na área de assistência ao parto e pós-parto estarão presentes para compartilhar experiências e visões distintas.
A Matrice também promoverá uma série de atividades na ocasião. As crianças serão convidadas a pintarem suas mãos em um mural de tecido,simbolizando um abaixo-assinado, haverá música ao vivo e todos participarão de sorteio de brindes.
Segundo a WABA, a amamentação na primeira hora é um tema de extrema relevância social, já que a ação estimula a produção do leite, a contração do útero (reduzindo o risco de sangramento intenso) e a eliminação do mecônio (primeira evacuação do bebê). Nessa primeira hora de vida, o reflexo de sucção do bebê é mais forte e eficaz e contribui para estabelecer uma “pega” apropriada.
“Além disso, amamentar o bebê na primeira hora é um grande passo, que garante uma relação de amamentação de sucesso e a proteção imunológica de que o bebê necessita assim que nasce”, explica Fabiola Cassab, uma das fundadoras da Matrice. “Isso evita doenças como poliomielite, o virus Coxsakie do gênero dos Enterovírus, a E. Coli patogência, as Salmonelas e as Shigellas”, completa.
Para Analy Uriarte, outra fundadora da Matrice, existem ainda outras indicações para a amamentação logo que o bebê nasce: o forte vínculo emocional que se cria entre mãe e bebê. “Mesmo que o bebê nasça de uma cesariana, ele pode ir para o colo da mãe, receber seu calor, seu amor, sentir sua pele”, avalia. “Mamar suaviza sua entrada neste mundo tão diferente do útero. No colo da mãe, o coração do bebê se acalma, sua temperatura se estabiliza e sua respiração encontra um ritmo adequado, benefícios que nenhum berço aquecido consegue imitar”, finaliza.
De acordo com a recomendação da OMS (organização Mundial de Saúde), todas as rotinas com o bebê, tais como lavá-lo, pesá-lo, ministrar-lhe injeções e colírios, devem ser evitadas até o bebê mamar ou pelo menos durante a primeira hora de nascimento.
Segundo Tereza S. Toma, pesquisadora do Instituto de Saúde/SES-SP e membro da IBFAN Brasil, a Meta de Desenvolvimento do Milênio 4 é reduzir em dois terços a mortalidade de crianças menores de cinco anos até 2015. Dados mundiais apontam que entre as 10.9 milhões de mortes de menores de cinco anos de idade, 4 milhões ocorrem durante o primeiro mês de vida. “Estudos recentes apontaram que, se todas as mulheres iniciassem a amamentação na primeira hora, um milhão, ou seja, um quarto das mortes de recém-nascidos poderia ser evitada”, alerta Ana Basaglia, outra fundadora da Matrice.
A ação da Matrice conta com o apoio do Gama, Ibfan, Entreproduções, Bandumana, Parto do Princípio, entre muitas outras empresas.
 
 
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Serviço:
Comemoração da SMAM 2007 com a ação “Amamentando no Masp”
Local: vão livre do MASP (Av. Paulista, 1578 – São Paulo – SP/ tel. (11) 3251.5644 / Fax. (11) 3284.0574)
Dia: Sábado, 4 de Agosto
Horário: das 9h às 12h
Programação:
• Abaixo-assinado das crianças com Hora da Primeira Mamada.
• Roda de conversas com várias atividades como histórias e depoimentos de mães e profissionais.
• Parabéns para nossa representante da primeira hora com apresentação musical e bolo.
Telefones para mais informações:
Fabíola Cassab  (11) 9622 3737
Ana Keunecke (11) 9200.1258/3611.3865
Apoio para a imprensa: Sabrina Feldman  (11) 7730-8532
 

2º Amamentando no Parque – como foi

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A roda começou devagar, com cheiro de café, na nublada manhã da Água Branca, mas o entusiasmo pelo tema não ficou contido. Aos poucos, a importância do primeiro encontro mamãe e bebê era esmiuçado em todas suas partes: o direito à vida, a oxitocina da mãe, o bebê pequeno com melhores chances no colo da mãe, o bebê normal que encontra a proteção do colostro, o primeiro olhar e um caso de amor infinito, tudo isso faz parte de um começo de vida sem igual!

As mães convidadas ouviram e participaram também com suas experiências pessoais. A troca de relatos intensificou a conversa, culminando na emoção de muitas com a descrição do bebê que, deixado sobre o peito da mãe, apalpa, cheira, lambe e finalmente abocanha o peito movido pelo mais lindo instinto de sobrevivência: o de mamar. As mães apaixonadas não resistiram e, entre risos e olhares emocionados, a roda foi ficando mais animada, chamando a atenção de muitos que passavam para ir na feira de orgânicos.

A presença da Vilma Nishi, enfermeira obstetra e parteira de muitos bebês dali, representou o lado do profissional e ela fez questão de enfatizar que mais do que a amamentação, a primeira hora é sobre toque de pele. Ela também ressaltou a importância desse tipo de encontro de mães.

Agradecemos a presença de todas: Heather, Silvia Badim, Sabrina Marsigli, Juty, Érica, Cris, Natalia, Maira, Roselane, Luana Arnhold, Patricia Russo, Ione, Elise, Janaina Alcantara, Amanda Camasmie e Vilma Nishi. Espalhem a boa energia do primeiro encontro mãe e bebê e considerem-se oficialmente convocadas para a ação no Masp: Amamentando na Paulista!

Informação sobre a Primeira Hora (veja em breve todo o material da WABA).

Informação sobre Ação Masp (em breve).

Representando a Matrice, estiveram: Ana B., Ana K., Ana Lopez, Analy, Fabíola e Vanessa Grace.

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2º Amamentando no Parque – convite

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Do dia 1º a 7 de agosto comemora-se a Semana Mundial de Aleitamento Materno. Estamos promovendo uma série de encontros em preparação da semana. O primeiro Amamentando no Parque aconteceu na véspera do Dia das Mães (em maio) e juntou mais de 50 mães e seus acompanhantes no Parque da Água Branca, em São Paulo.
Sábado agora vamos organizar mais um encontro, desta vez com uma roda de conversas. Vamos falar sobre o significado mundial de promover a amamentação na hora do nascimento e sua importância para mãe e bebê.
Participem, dêem seus depoimentos e ouçam outros relatos.
Tragam amigas grávidas e tentantes.
Vamos ajudar a promover a amamentação desde o início, desde a hora do nascimento!
Vamos fazer da primeira mamada um Ritual de Nascimento!

Onde: Parque da Água Branca, na “Feira de Orgânicos”
Quando: Sábado, dia 14 de julho
Hora: das 9h00 – 12h00

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Como foi?

O Matrice participou/promoveu um encontro, para debater os efeitos da NBCAL – Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras. Veja como tem gente se incomodando com o assunto e disposta a debater!

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Neste sábado!

O Matrice (Grupo de Apoio à Amamentação), em parceria com o IBFAN (Rede Internacional em Defesa do Direito de Amamentar – Internacional Baby Food Actions Network), promove no dia 16 de junho, a partir das 14h, um encontro para debater a NBCAL – Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras. A entrada será gratuita. Em janeiro de 2006, a NBCAL foi transformada na Lei 11.265, conforme publicação do Diário Oficial. Em maio de 2007, a MP 350 virou a Lei nº 11.474, de 15 de maio de 2007, que trata de arrendamento residencial, mas contém um artigo que prevê mudanças nos rótulos das embalagens de leites artificiais. Se aprovada, as advertências do ministério serão substituídas por um simples aviso e em local menos visível. Em vez de “O Ministério da Saúde adverte” constaria “Aviso importante” (ver mais detalhes aqui). O objetivo do evento será conscientizar as pessoas sobre a importância da amamentação materna e precavê-las contra o marketing abusivo das indústrias produtoras de leite. Sabemos que o aleitamento materno previne uma série de doenças infecciosas e a desnutrição, além de representar segurança alimentar e desenvolver o vínculo mãe-bebê. O encontro conta com o apoio da rede Parto do Princípio (Mulheres em Rede pela Maternidade Ativa) e será acompanhado pela WABA (World Alliance for Breastfeeding Action ou Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno).

Serviço: Debate sobre a NBCAL e a Lei 11.265

Data: 16 de junho de 2007

Horário: 14h

Contato: Fabiola  [11] 9622 3737

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Primeiro Amamentando no Parque (12/05/2007)

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O primeiro Amamentando no Parque aconteceu no Parque da Água Branca no sábado anterior ao Dia das Mães (12/05/2007) e recebeu um enorme apoio do pessoal da Feira de Orgânicos, que cedeu um espaço para a Matrice expôr produtos e folhetos. Com mais de 50 mães e seus acompanhantes, o primeiro encontro foi um sucesso e incentivou oberservadores a se aproximarem, perguntarem do evento e até mostrarem seu apoio. Parabéns em especial à Rede Materna_SP, uma rede online moderada por Ana Cris Duarte que reune um volume de mães e gestantes poderosas: vocês são demais! Mas nós queremos mais! Apesar de até termos conseguido inspirar ações em outras cidades, este é apenas o começo. Este encontro é o primeiro de 4 encontros que acontecerão todo mês culminando com a Semana Mundial de Aleitamento Materno no início de Agosto. E já temos nosso candidato para o Mês de Junho: O Parque do Ipiranga! Aguardem divulgação de data e local.

Para que servem os encontros?
Os encontros servem para chamar a atenção para nosso tema: a importância da primeira hora na amamentação e, em última análise, para o valor da amamentação para todas nós.

Como ajudar?
Aproveite um encontro casual com uma grávida para contar um pouco de como você vê a primeira hora e o contato mãe/bebê. Sua experiência e ponto-de-vista valem muito! Se ela quiser saber mais, conte para ela das reuniões da Matrice e dos grupos de discussão online.

Números do primeiro Amamentando no Parque
Mais de 50 mães, 60 crianças sendo 70% lactantes, 40 acompanhantes e centenas de observadores curiosos Vendemos 10 bolsas, 15 camisetas e 25 bodies infantis (valeu!) Vendemos também 40 adesivos. É apenas o começo e estamos muitos felizes!

Não deixe de participar
No final do mês, ainda sortearemos uma bolsinha com o Logo Internacional da Amamentação para todas as inscritas. Também gostaríamos que vocês incentivassem amigos e simpatizantes a se inscreverem para podermos manter todos por dentro das novidades do blog e da Ação Amamentando no Parque. Escrevam para grupomatrice@gmail.com.

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