cotidiano

 

Como nós mães matamos um leão diário, acompanhe você também!!!

 Se o seu leao é voltar a trabalhar clique aqui

 

Photo contest da Waba – tema emergência

A Waba promoveu um  concurso de fotos com o tema da semana mundial que é emergência.

quer saber quais foram os ganhadores ? clique aqui

O resultado já esta disponível no site da própria WABA.
Parabens a todos!

Congratulations to the winners of the WBW Photo Contest and all those who took part in the competition. Winning photos are featured in WABA’s 2009 Action Folder and other promotional materials.

photo_competition 

 foto 11. Laurel K.Tharrington.
Photo: Everyone needs to be ready and prepared for emergencies
 foto22. Sudipto Das.
Photo: Breastfeeding during heatwave
 foto 33. Sudipto Das.
Photo: Hard World -Breastfeeding in a relief camp in India
 foto 44. Asha D Benakappa. Photo: Domestic Violence as Unforeseen Emergencies  foto 55. Sarah Segal.
Photo: Brestfeeding Baby Next to Armed Soldier on bus in Israel
 foto 66. Ruth Babirye.
Photo: Code Monitoring in Emergencies
 foto 77. Ruth Babirye.
Photo: Breastfeeding: Hope before Help
 foto 88. Roseane do Socorro Goncalves Viana.
Photo: Breastfeeding, the First Rigth to Food
 foto 99. Grace Nambuusi.
Photo: Breastfeeding mother in Karamoja – Region under Emergency situation in Uganda
foto 1010. Mirian Tamashiro Flores.
Photo: Breastfeeding after one year of Ica’s earthquake in Peru

 

 

 

 

 

 

Queridos leitores do Boletim do GTAM:

 

O boletim V7N1, de Janeiro -Abril de 2009, está agora disponível no site da WABA

 

http://www.waba.org.my/whatwedo/gims/portuguese.htm

 

http://www.waba.org.my/pdf/mstfnl_V7N1_por.pdf

 

Segue o Índice detalhado do conteúdo do boletim:

 

NESTE NÚMERO

 

GRUPO DE TRABALHO DE APOIO MATERNO COMENTÁRIOS E INFORMAÇÕES

1. Estabelecendo relações: Paulina Smith, Coordenadora do GTAM

2. GTAM em Dia: Paulina Smith, Coordenadora do GTAM

 

APOIO MATERNO DE DIVERSAS FONTES

3. A experiência de ser pais no Instituto do Trabalho: Carla Moquin, Estados Unidos

4. Interação entre as mães de grupo de apoio e estudantes universitários: Laura Rosa Pascual, Argentina

5. Em companhia do bebê – O quarto do bebê: Kylie Horsfall, China

6. Promovendo o aleitamento materno no consultório – Amamente – O melhor para o bebê e para a mãe: Laura Viehmann, Estados Unidos

 

APOIO MATERNO:  MÃES QUE AMAMENTAM CONTAM SUAS EXPERIÊNCIAS

7. Minha história pessoal de troca holística: Amatul Wadood Nazli, Paquistão

8. Minha experiência de amamentação: Liz Moreno e Guido Prieto, Paraguai

9. A importância de amamentar, para mim e para meu bebê prematuro: Jilly Newnham, Gales

10. Aleitamento Materno e Beleza – Desfile das Senhoras Belezas do Texas: Leigh Blankenburg, Estados Unidos

11. Uma mãe que trabalha, viaja por motivos de trabalho e amamenta: Ng Bee Ting, Malásia

 

APOIO PATERNO

12. Solicitação de artigos: Grupo de Trabalho de homens: James Achanyi-Fontem, Camarões

13. Apoio do pai à mãe que amamenta: Jerome Smith, Chile

 

NOTÍCIAS DO MUNDO DA AMAMENTAÇÃO

14. Conhecendo Marta Trejos – feminista, ativista em aleitamento materno e amiga: Lakshmini Menon, Índia

15. Estudo da Universidade de Queensland revela que o aleitamento materno impede a negligência: Dr. Lane Strathearn, Austrália

16. “Guia de sensibilidade da perspectiva de gênero para materiais e advocacia”: WABA, Malásia

17. Novos artigos de interesse e informação: Coordenadores do GTAM

18. Concurso de Fotografias do MMPS: Lee Su Li, Malásia

19. Portando leite extraído em aviões de linhas aéreas: Coordenadores do GTAM

20. Presença do Aleitamento Materno no Fórum Social Mundial: Amigas do Peito, Brasil

21. Aleitamento Materno na rádio pública: Chris Mulford, Estados Unidos

22. Proteção à maternidade no trabalho: Elaine Cote, Suíça

 

RECURSOS QUE APÓIAM O ALEITAMENTO MATERNO 

23. Aleitamento exclusivo: Miriam Labbok, Estados Unidos

24. Uma revista para mães que amamentam: Claude Didierjean-Jouveau, França

25. Novidades em Nutrição na África: Christian Fares, Estados Unidos

26. Estude online!: Acumule créditos de educação continuada em Aleitamento Materno: Carol Kolar, Estados Unidos  

27. Contaminantes no leite humano: Comparando os riscos e os benefícios: Nathaniel Mead, Estados Unidos

 

CRIANÇAS E AMAMENTAÇÃO 

28. Enfrentando os ciúmes de uma criança pequena em relação a seu irmão recém-nascido: Laura Probst e Twink Lester, Estados Unidos

 

REPORTAGEM ESPECIAL: ALEITAMENTO MATERNO, HIV e AIDS

29. HIV e Aleitamento Materno na mira da WABA: Pamela Morrison, Inglaterra

30. Outra Visão do aleitamento materno, HIV e AIDS: Marian Tompson, Estados Unidos

31. Sobrevivência dos bebês nascidos de mães soropositivas, de acordo com modo de alimentação em Rakai, Uganda: Joseph Kagaayi et al*

32. Alimentação Infantil na Guatemala no contexto do HIV e AIDS: Irma de Maza, Guatemala

 

INFORMAÇÕES SOBRE O BOLETIM 

33. Visite estes Websites

34. Anúncios – Eventos passados e futuros

35. Nossos Leitores Comentam

36. Informações sobre Apresentação de Artigos e sobre o próximo Boletim

37. Como Assinar o BoletimO boletim no formato PDF pode ser lido utilizando-se Acrobat Reader, disponível gratuitamente no site: http:www.adobe.com 

 

Se preferir receber o boletim como um adjunto, favor nos avisar e o enviaremos.

 

Por favor, envie seus comentários sobre o boletim às editoras: Pushpa Panadam, pushpapanadam@yahoo.com , Pili Peña, vapena@pla.net.py, Rebecca Magalhães, RMagalhaes@llli.org ou à WABA, waba@streamyx.com.

 

Atenciosamente,

 

As editoras.

 

 

 

 

 

 

 

Professora de Harvard vê risco em anúncios voltados

para criança

Pesquisadora americana diz que excesso de publicidade pode causar distúrbios comportamentais e alimentares

Susan Linn destaca, porém, que propaganda não é a única causa dos problemas, que incluem até sexualização precoce de crianças e jovens  

por RACHEL COSTA/COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A publicidade e o marketing para as crianças, atualmente, estão entre os principais fatores que levam a distúrbios alimentares -como a obesidade e a anorexia-, à sexualização precoce, a comportamentos agressivos e a problemas familiares. O alerta é da professora e pesquisadora de Harvard, a americana Susan Linn, que está no Brasil para o 2º Fórum Internacional Criança e Consumo -que termina amanhã. “Hoje, elas [as crianças] são bombardeadas por uma série de estímulos para que consumam cada vez mais”, afirma. De acordo com a pesquisadora de Harvard, em 1983, o gasto com publicidade voltada para crianças nos Estados Unidos era de US$ 100 milhões por ano. Atualmente, afirma Linn, esses valores chegam a US$ 17 bilhões por ano. Em entrevista à Folha, a especialista conta sobre os impactos da propaganda sobre crianças e adolescentes.

FOLHA – Qual o impacto da propaganda na vida das crianças?
SUSAN LINN
– O marketing está relacionado à saúde pública e a problemas sociais. Ele não é a causa [única desses problemas], mas é um fator e leva a distúrbios de alimentação, à sexualização, a problemas relacionados com a violência juvenil e também a problemas familiares. Segundo pesquisas, as crianças que têm mais valores voltados para o lado material [que associam a felicidade à aquisição de produtos] são menos felizes.
FOLHA – O fórum foca a relação entre a propaganda para crianças e a necessidade de redução do consumo, ampliando o debate -antes muito focado nos impactos no indivíduo. Por que essa mudança?
LINN
– Hoje em dia, qualquer pessoa precisa estar preocupada com a saúde do planeta e com o aquecimento global. Quem tem esse tipo de preocupação tem que estar atento ao consumo, porque é ele que tem que mudar. Isso está muito claro. Os hábitos começam com a criança e hoje em dia elas são bombardeadas por uma série de estímulos para que consumam cada vez mais.
FOLHA – Por que é importante discutir a publicidade para crianças?
LINN
– Nos Estados Unidos, em 1983, gastava-se US$ 100 milhões por ano em marketing voltado para crianças. Hoje em dia, os gastos nessa área já chegam a US$ 17 bilhões por ano. É um aumento de 170 vezes em um período de 25 anos. Isso somado a uma combinação de mídia extremamente sofisticada para fazer todo esse marketing.
FOLHA – Como se pode estabelecer um diálogo entre empresas e governo para a regulação?
LINN
– As corporações sempre vão brigar por seus interesses, mas, por outro lado, precisa haver o compromisso com a saúde pública. Sempre vai haver o conflito entre esses dois lados. Uma das coisas que o país precisa fazer é tomar uma decisão sobre qual a importância da criança. Países como a Suécia decidiram valorizar a criança e por isso têm todo um trabalho relacionado à televisão e à regulamentação das propagandas. O que acontece é que a sociedade como um todo não está fazendo isso. Ela optou por não valorizar as crianças.

Essa reportagem esta no link

COLO

Nós acreditamos que lugar de criança é no colo!!! Por isso refizemos uma nova remessa de amarradinho. Nosso amarradinho foi especialmente desenvolvido por nossa especialista em carregadores, Analy Uriarte, que fabrica carregadores há mais de 06 anos.

Mas colo não faz mal?
Veja o trecho do texto que retiramos do site do Sampa Sling, e foi traduzido por Analy:


“Ao contrário da crença ocidental que crianças cuidadas desta maneira são exageradamente dependentes, estes bebês desenvolveram cedo independência da mãe, voluntariamente passando mais da metade do dia com seu pai ou outras crianças, entre 2 e 4 anos de idade. Na maioria das sociedades não-industriais estudadas os bebês não eram tão carregados quanto nas sociedades de caçadores-coletores, mas a mãe ainda é a principal figura, ela dorme na mesma cama ou quarto que a criança e a criança é amamentada por mais de 24 meses. Os pesquisadores observaram que nestas condições o choro das crianças era atendido rapidamente e com uma resposta apropriada e carinhosa. Os autores notam que a situação dos bebês nos Estados Unidos é drasticamente diferente desses padrões com crianças passando somente 25% de um período de 24 horas em contato com sua mãe devido à proliferação do uso de bebês-conforto, cadeirões de comer, balanços e cercadinhos, além do conselho dos pediatras de serem usadas áreas de dormir separadas para o bebê, resultando na estatística lamentável de mais de 43% dos episódios de choro dos bebês americanos são ignorados (Blackwell, 2000; Lozoff & Brittenham, 1979). Uma comparação fisiológica da composição do leite materno leva a crer que os humanos foram feitos para carregarem seus bebês (Lozoff & Brittenham, 1979; McKenna et al., 1993). O leite materno em mamíferos que escondem ou deixam seus filhotes em ninhos e outros locais seguros entre as mamadas possui altos teores de proteína e gordura. O leite dos mamíferos que carregam seus filhotes ou daqueles onde a cria permanece ou hiberna com a mãe, possui teores de proteína e gordura mais baixos. O leite materno humano tem baixos teores de proteína e gordura identificando um ritmo de mamadas muito frequentes e abundante contato físico com a mãe como um padrão ótimo de cuidados maternos para humanos. Quer você acredite que os humanos evoluíram ou fomos criados por Deus, fica evidente até no leite materno que as mães foram feitas para carregarem seus bebês com elas.© 2001 Tami E. Breazeale”

 

Ficou interessado? Então leia o texto inteiro no site

http://www.sampasling.com.br/textos_leitura.asp?ID=5
 
 
 
 
 

Visite nossa lojinha e descubra o valor e a forma de entrega

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