SMAM 2014

31 julho 2014

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Blogagem coletiva, a gente também participa!

21 agosto 2013

A gente também quer falar… no caso, escrever! Mas a cientista-que-virou-mãe e amiga da gente escreveu um texto tão bacana sobre AMAMENTAÇÃO E MAMOPLASTIA, com links e depoimentos tão legais, além de uma breve participação nossa, que achamos importante reblogar!!!

Não é preguiça não!! É vontade de trazer outros olhares aqui pro nosso espaço!

Vai lá conferir e depois nos conta se não vale a pena conhecer a Ligia!

Esse post faz parte da Blogagem Coletiva Porque Sou Ativista da Amamentação, que conhecemos (e participamos) em outra edição!

Você fez mamoplastia? Conseguiu amamentar? O que deu certo? O que fez falta? Compartilhe com a gente sua experiência!


Sobre a experiência brasileira com Bancos de Leite!

14 agosto 2013

Acabamos de receber o link desse video de um parceiro/amigo, e compartilhamos com todos!
Que o mundo matrice/materno saiba da importância de cada gota de leite coletada e sorvida!


Vamos dançar pra celebrar o encerramento da SMAM 2013? Vem!!!

7 agosto 2013

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Quer saber mais sobre a Dança Materna, que hoje comemora 5 anos de atividade? Clique aqui.

Quer saber mais sobre nossa super-parceira Casa do Brincar? Clique aqui!

Vai participar da atividade? Fotografe e use as hashtags #smam2013 e #matrice_sp para divulgar as imagens!!!


Em Campinas também se celebra a SMAM 2013!

6 agosto 2013

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Tico-Tico no Fubá Café: R. José Martins, 613, Barão Geraldo, Campinas/SP


A cultura da mamadeira e o controle exercido sobre os consumidores

27 novembro 2012

No início do Século XX, já estavam em pleno desenvolvimento as pesquisas e a produção de alimentos que pudessem substituir o leite materno durante o período de desmame. Várias alternativas de leite de vaca, com adição de açúcar, água, cremes, etc., que permitiam uma melhor digestão, foram oferecidas.

“Os médicos passam a aderir às novas alternativas, prescrevendo-as como benéficas para a alimentação infantil. Essas práticas associam-se a um forte marketing focalizado nos pediatras, que passariam a desempenhar um papel decisivo como influenciadores de um novo movimento na sociedade: a ‘cultura da mamadeira'”.

(…) as indústrias de alimentos realizavam campanhas publicitárias em jornais médicos e paramédicos, visando – e conseguindo – influenciar os médicos que prescreviam as fórmulas para as mães.

Assim, aos poucos e incessantemente, os produtos foram se tornando confiáveis:

“No final dos anos 40, iniciando os anos 50, os produtos são apresentados como uma opção para facilitar a tarefa dos médicos que passam a prescrevê-los indiscriminadamente às mães, como a forma mais prática e viável para seus filhos”8.

Nos anos seguintes, o leite em pó passou a ser recomendado e utilizado tão logo o bebê nascia.

 

Leia o artigo inteiro, aqui. Vale a pena a leitura. Ainda que seja pra gente lamentar o estado atual das coisas…


Carta Aberta ao Conar

2 julho 2012

Duas recentes medidas do Conar referentes aos abusos da publicidade voltada para as crianças nos deixaram preocupados e ainda mais descrentes da atuação deste órgão com relação à proteção da infância.

A primeira foi a decisão de sustar a campanha da Telessena de Páscoa por anunciar para o público infanto-juvenil um produto que só pode ser vendido para maiores de 16 anos (de acordo com regulamentação da SUSEP). A segunda foi a advertência dada pelo Conar à Ambev, com relação ao ovo de páscoa de cerveja da Skol.

Ambas atitudes do Conar seriam dignas de aplausos – se tivessem sido tomadas quando as campanhas publicitárias estavam no ar, na Páscoa, em março. Mas o Conar só agiu em junho, quando as campanhas já não eram mais veiculadas.

Com isso, não houve nenhum impedimento para que a mensagem indevida da Telessena atingisse impunemente milhões de brasileirinhos e que a Ambev promovesse bebida alcoólica através de um produto de forte apelo às crianças. A advertência à Skol é ainda mais ineficaz, pois não impede que no próximo ano, produto semelhante seja oferecido.

O Movimento Infância Livre de Consumismo vê nessas decisões a comprovação de que o atual sistema de autorregulamentação praticado pelo mercado publicitário brasileiro é lento, omisso e ineficiente. Fato ainda mais grave quando se trata da defesa do público infantil.

Por isso, exigimos que a publicidade infantil sofra um controle externo como todas as atividades empresariais. Reiteramos nossa postura de que, sem leis e punição, jamais teremos uma publicidade infantil mais ética.

Nós, mães e pais, exigimos respeito à infância dos nossos filhos e solicitamos que estas duas atuações não constem dos autos do Conar como casos de sucesso. Contabilizar pareceres dados depois que as campanhas saíram do ar, como exemplo da firme atuação do Conar, é propaganda enganosa. E isso contraria o tal Código de Autorregulamentação que os publicitários insistem em tentar nos convencer que funciona.

(Este texto faz parte de uma blogagem coletiva proposta pelo Movimento Infância Livre de Consumismo juntamente com blogs parceiros. Este movimento é composto por pais e mães que desejam uma regulamentação séria e eficiente da publicidade voltada para crianças. Para saber mais acesse: http://www.infancialivredeconsumismo.com.br)


Falando de “leite fraco” e do mercado que se abriu com essa falácia…

16 outubro 2011

O blog da designer, professora e pesquisadora Cristine Nogueira publicou um post falando sobre como começou a falsa noção de “leite fraco” na nossa sociedade contemporânea, respondendo a uma necessidade de símbolo de modernidade da nova sociedade burguesa que estava se instalando, em conluio com a empresa suiça N*$tl*, que se estabeleceu aqui nos anos 1920.

O blog mostra 2 imagens de campanhas promocionais antigas, onde podemos ver o início da parceria espúria entre a indústria e a classe médica, e mostra também uma propaganda atual, onde a  N*$tl* faz campanha para a nossa Sociedade de Pediatria —  e então percebemos que nossa luta em prol do aleitamento materno é um embate sério e difícil.

Não podemos relaxar nem um milímetro em nossa posição radical de não aceitar fazer nenhum tipo de ação patrocinada por empresas que não promovam verdadeiramente o aleitamento materno. Quem aceita esse tipo de patrocínio está, em última análise, prejudicando o aleitamento materno. Pense nisso!


É amanhã!

1 outubro 2010


Deu na BBC/Brasil: Bebês amamentados até os 6 meses ‘têm melhor imunidade’

30 setembro 2010

Bebês alimentados exclusivamente com leite materno até os seis meses de idade ganham proteção extra contra infecções, dizem cientistas gregos.

O efeito observado independe de fatores como acesso à saúde e programas de vacinação, eles explicam.

Segundo os especialistas da Universidade de Creta, o segredo estaria na composição do leite materno.

As conclusões do estudo, que envolveu pouco mais de 900 bebês vacinados, foram publicadas na revista científica Archives of Diseases in Childhood.

A equipe ressalta, no entanto, que o benefício só ocorre quando o bebê é alimentado com leite da mãe apenas. Ou seja, acrescentar fórmulas ao leite materno não produz o mesmo efeito.

Especialistas em todo o mundo já recomendam que bebês sejam alimentados somente com leite materno pelo menos durante os seis primeiros meses de vida.

Estudo

Os pesquisadores gregos monitoraram a saúde de 926 bebês durante 12 meses, registrando quaisquer infecções ocorridas em seu primeiro ano de vida.

Entre as infecções registradas estavam doenças respiratórias, do ouvido e candidíase oral (sapinho).

Os recém-nascidos receberam todas as vacinas de rotina e tinham acesso a tratamentos de saúde de alto nível.

Quase dois terços das mães amamentaram seus filhos durante o primeiro mês, mas o número caiu para menos de um quinto (menos de 20%) seis meses depois.

Apenas 91 bebês foram alimentados exclusivamente com o leite da mãe durante os seis primeiros meses.

Os pesquisadores constataram que esse grupo apresentou menos infecções comuns durante seu primeiro ano de vida do que os bebês que foram parcialmente amamentados ou não amamentados.

E as infecções que os bebês contraíram foram menos severas, mesmo levando-se em conta outros fatores que podem influenciar os riscos de infecção, como número de irmãos e exposição à fumaça de cigarro.

O pesquisador Emmanouil Galanakis e sua equipe disseram que a composição do leite materno explica os resultados do estudo.

O leite materno contém anticorpos recebidos da mãe, assim como outros fatores imunológicos e nutricionais que ajudam o bebê a se defender de infecções.

As mães deveriam ser avisadas pelos profissionais de saúde de que, em adição a outros benefícios, a amamentação exclusiva ajuda a prevenir infrecções em bebês e diminui a frequência e severidade das infecções“, os especialistas dizem.

Matéria publicada originalmente aqui. [grifos nossos]