Desafio!

29 setembro 2009

mamaço 2009

A Fundação Quintessence promove todo ano o Desfio Internacional de Amamentação. Nós fizemos no ano passado, e vamos participar nesse ano de novo!

Teremos sorteio de brindes e, no final, um coral de mães, do Projeto Acalanto, fechando o nosso evento.

Para ter uma ideia de onde é a antiga serraria no Ibirapuera, clique aqui.

Apareçam!!!


Metro e slings

27 junho 2009

… neste caso, a Francesca foi Mei Tae. Francesca enfrentou o frio de São Paulo da sexta feira pegou o metro , foi a reuniao da Matrice. Francesca e Alina foram super bem agasalhadas!

francesca e seu mei tae
Francesca e Alina no Mei Tae!

Essa reunião foi especial pois reuniu maternas bem atingas com novas crias, como foi o caso da Rê Penna e a Chiara e maternas mais novas com seus bbs novinhos ou não! E viva as reuniões!

Fica nosso agradecimento pela reunião que esquentou a todas nós no Gama! Amanhã colocamos mais fotinhas da reunião!
Semana que vem tem mais reunião. Quer saber, onde? quando ? clique aqui

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Para a turma de Campinas, domingo tem Arraial da Samauma. Levem um prato tipico. Quem não for de Campinas tb ta convidado! !

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Nossa querida Débora Gerbera já publicou no Flicr as fotos tb da reunião na Cozinha com Selma, confiram!


e viva bebês amamentados

6 maio 2009

carlita

Essa foto é da Carlinha, que mora em Curitiba. Mãe de três lindas meninas.  A maior, que na verdade é a filha dela do meio que esta  sentada ao seu lado amamentando a boneca, é a Marina, E a linda bebê que está mamando, é a Isabela. Pois é, nesta familia a amamentação se perpetuará!

Gostou? Tem fotos lindas assim? Mande para a gente, conte sua hisória. email: grupomatrice@gmail.com

 


APRENDER A SER PAIS

11 abril 2009

aprendendo-a-ser-pais

Quando decidimos ter filhos sentimos muitas esperanças e muita ilusão, imaginando a maravilha e o milagre que é trazer ao mundo um novo ser. Frequentemente pensamos que sabemos tudo o que é necessário e que podemos confiar em nossos instintos. Este sentimento de que tudo será perfeito é comum à maioria dos pais de primeira viagem. Também é certo que logo nos sentimos muito ansiosos pela responsabilidade, pelo desajeito, por nos sentirmos incapazes de compreender o que acontece com este ser tão pequeno quando a única coisa que ele sabe fazer é chorar, quando algo o incomoda. Desejamos que o tempo passe e que o bebê já comece a falar para que possa comunicar o que lhe dói e o que necessita. Quando a criança já cresceu um pouco, e surgem outras dificuldades, novamente pensamos que quando cresça um pouco mais tudo será mais fácil. E assim seguimos, esperando que chegue o momento em que não nos angustiemos com nosso filho.

Mas a experiência demonstra que o filho será nosso filho até o fim de nossos dias, e seguiremos com as angústias e incapacidades porque não fomos educados nem treinados para ser mãe e pai. Nos vemos sem ferramentas para essa grande tarefa e nos cabe improvisar, inventar e aprender a ser pais. Nos esquecemos de como nos sentíamos quando fomos crianças e trazemos dentro de nós mesmos sistemas de idéias e crenças com as quais queremos nos impor como autoridade frente aos filhos.

Muitas vezes, nós pais nos esquecemos de observar aos filhos com cuidado e descobrir a magia da comunicação através de uma escuta atenta, do carinho, do olhar nos olhos, vendo a profundidade do ser, reconhecendo quão diferente é essa pessoa que temos diante de nós, apesar de ser nosso próprio filho. Os filhos necessitam perceber e sentir que durante a infância os pais estão presentes vendo suas necessidades, sendo capazes de cuidá-los e guiá-los enquanto não sabem para onde ir. Sabendo também que “o autoritarismo esmaga e a permissividade afoga”. Os filhos necessitam de uma atitude firme e respeitosa que lhes permita confiar na capacidade de seus pais para dirigir suas vidas enquanto são pequenos. Os pais caminham adiante os orientando, mas não carregando os filhos em suas costas e sendo escravos de seus desejos.

Às vezes escolhemos a opção de sermos muito permissivos, esquecendo-nos de colocar limites e dar referências claras, pensamos que o melhor é ser “amigo” do filho, imaginando que assim estaremos mais perto dele. E na verdade o filho necessita de uma mãe e de um pai como referências claras que lhe dêem apoio e que lhe confrontem com a realidade. Amigos ele já encontrará na vida por si mesmo. Na nova geração de pais, com o desejo de não repetir os erros e abusos de seus progenitores, alguns são muito compreensivos com seus filhos e lhes dedicam toda sua atenção, porém ao mesmo tempo se mostram fracos e inseguros para ocupar a posição hierárquica que lhes corresponde, incapazes de respeitar-se a si mesmos e de fazer valer suas necessidades frente aos desejos dos filhos.

Outros pais, envolvidos demais com suas profissões e seu trabalho não têm tempo para os filhos, são pais ausentes que tentam compensar essa falta de presença e atenção com presentes, dinheiro e um excesso de permissividade. Os filhos crescem com muita solidão e liberdade, porém com falta de referências e de contato afetivo e humano. As dificuldades na relação com os filhos, às vezes, tem a ver com sentimentos ocultos, não expressados nem reconhecidos, com falhas de comunicação entre o casal e com mensagens contraditórias que a mãe e o pai dão aos filhos. O pai e a mãe terão que perceber quão importante é a unanimidade de critérios dentro do casal frente aos filhos para que estes possam crescer equilibrados e confiantes. Por isso, mães e pais necessitam ter espaços de reflexão para explorar as dificuldades e encontrar alternativas para exercer uma maternidade e uma paternidade desde o coração, apoiados por uma razão flexível e ampla, buscando transformar o lar em um lugar aonde o filho possa sentir-se amado, compreendido e com possibilidades de desenvolver seu potencial. Os pais necessitam ver suas limitações, desconectar-se da culpa e conectar-se consigo e com sua capacidade amorosa e respeitosa frente aos filhos. A experiência nos tem demonstrado o quanto os pais estão buscando formas de comunicar-se com seus filhos, porém se perdem em seus próprios sistemas de idéias pré-concebidas desde sua família de origem.

Eles crescem com muitos ideais e esperanças de formar sua família com bases diferentes (em geral opostas) daquilo que viveram em sua infância e adolescência. Percebem muito rapidamente suas limitações e incapacidades, ainda que tentando manter o papel de pais. Se perdem com frequência justamente quando repetem (consciente ou inconscientemente) aquilo mesmo que lhes havia tolhido a espontaneidade e expressividade genuína em seu próprio desenvolvimento. Essa cadeia se perpetua de alguma forma de geração em geração. Estamos em um momento crítico a nível mundial, em que o poder de poucos gera violência, tensão, desconexão, impotência e isolamento na maior parte da humanidade. Para que nossos filhos tenham a possibilidade de romper esse “status quo” é muito importante que nós, como pais, possamos questionar nossos valores e idéias condicionadas, permitindo-nos abrir o coração com humildade e sinceridade, dando assim o exemplo que as crianças e jovens de hoje necessitam para crescer conectados com a força e verdade intrínseca que lhes permita transformar a atual realidade destrutiva.

Além da relação entre pais e filhos ocorre um fator cada vez mais frequente que é a separação dos pais, estes constituindo outras famílias. Essa situação influi muito no desenvolvimento dos filhos, pois a separação dos pais já é em si mesma algo que provoca muitas dificuldades para todos envolvidos. Por um lado estão os pais com seus conflitos, gerando mensagens contraditórias aos filhos, por outro lado a culpa e o desejo de compensá-los gera confusão em muitos níveis. Quando entram novos parceiros e novos filhos (seja do novo companheiro ou meio-irmãos) as crianças (e/ou adolescentes) da família original necessitam adaptar-se à nova situação, e raramente têm espaço, tempo ou capacidade de compreender a enorme gama de emoções que aparecem. Se vêem obrigados a viver a nova situação, gerando uma avalanche de problemas e dificuldades que, geralmente, não são levados em conta, a não ser superficialmente ou apenas em torno aos sintomas que surgem. O tema da relação pais e filhos é complexo e ao mesmo tempo fundamental para que a nova geração encontre possibilidades reais de transformação e evolução.

Suzana Stroke (transcrição da introdução de um workshop para pais em Interser Gestalt, Madrid, 2006

imagem aqui


Suplementos de vitamina para as crianças: eles são necessários?

5 fevereiro 2009

Pois é… não é uma opiniao de mães radicais! Esta é uma matéria que saiu no site da Crescer

crianca-e-vitaminafoto tb do site da Crescer!

Leiam a matéria na íntegra aqui:

“Estudo mostra que nos Estados Unidos muitas crianças e adolescentes tomam vitaminas e minerais sem precisar Ana Paula Pontes Você talvez já tenha escutado alguma vez que é bom dar suplementos de vitamina para as crianças. Mas eles são mesmo necessários? Um estudo realizado pela UC Davis School of Medicine, na Califórnia, mostrou que nos Estados Unidos muitas crianças e adolescentes estão tomando diariamente vitaminas e minerais sem precisar. Pesquisas anteriores revelaram que nesse país cerca de 1/3 das crianças consome os suplementos. Embora no Brasil a situação seja bem diferente, o pediatra Cid Pinheiro, do Hospital São Luiz (SP), alerta para o hábito. “A quantidade de vitaminas e minerais de que o organismo precisa é pouca e, mesmo numa alimentação inadequada, que vai acarretar em outros problemas de saúde, o organismo recebe o necessário”, diz. Por isso, explica, são raros os casos de crianças que tenham de tomar algum complemento, a não ser, por exemplo, aquelas desnutridas. O que acontece também é que alguns pais chegam para a consulta com o pediatra dizendo que gostariam de dar uma vitamina para o filho, e o especialista libera porque “não faz mal”. “É fundamental que os médicos se estendam numa conversa com a família explicando por que não é preciso”, afirma Cid. Segundo o pediatra, o inconveniente de dar suplementos desnecessários para a criança é fazer com que ela cresça com a ideia de que, para o corpo funcionar melhor, tem de ingerir alguma coisa. O que não é verdade. “Mais tarde ela pode se tornar um adolescente que vai querer tomar energéticos, anabolizantes”, afirma.”


parado, mas nem tanto…

3 dezembro 2008

FÓRMULAS INFANTIS PODEM PROVOCAR CÁRIES

Uma pesquisa da Faculdade de Odontologia da Unicamp, feita com 12 adultos -pois crianças não podem participar do teste-, aponta que fórmulas infantis para lactentes podem causar cáries, mesmo se preparadas sem açúcar. Avaliaram-se duas marcas para bebês de seis meses a um ano. O aparecimento da lesão depende da freqüência de ingestão, da higienização dos dentes do bebê e do uso de flúor.

Saiu hoje, 2 de dez, na Folha de São Paulo.

Agora duvido que se encontre pesquisa dizendo que amamentação pode causar cárie, independente da frequência de ingestão, da higienização dos dentes ou do uso do flúor…   ;o)


Mãe chinesa anuncia na internet serviço de amamentação

22 setembro 2008

Uma jovem mãe chinesa viu no escândalo do leite contaminado, que desde o começo do mês já matou quatro crianças e deixou 13 mil hospitalizadas na China, uma oportunidade para ganhar dinheiro. Resolveu criar um serviço de entrega de leite próprio para amamentar outras crianças, segundo a a agência de notícias oficial Xinhua, neste domingo. Na íntegra

imagem


Desmame total, quando promovê-lo?

18 agosto 2008

Minha filha caçula mamou até depois de seu aniversário de 4 anos. Confesso que nunca imaginei que ela fosse tão longe na amamentação. Mas reconheço também que foi um processo muitíssimo natural de desmame, tranquilo e beeeeem gradativo.

A gente começa a perceber, se ficar muito atenta, “vozes dissonantes” sobre quando deve acontecer o desmame de uma criança. Aquela idéia popular de que bebês mamam por poucos meses começa a cair por terra e aqui e ali a gente encontra artigos que nos fazem pensar: afinal, será mesmo natural um bebê humano mamar por apenas 6 meses? ou 1 ano?

Leia aqui um artigo do dr. Marcus Renato, antigo e ferrenho defensor da amamentação, que nos lembra que “os dados disponíveis sugerem que as crias humanas estão desenhadas para receber todos os benefícios do Aleitamento ao Seio durante um período mínimo de 2,5 anos e um aparente limite máximo de 7 anos.” 

E vocês, até quando amamentaram ou pretendem amamentar? O que vcs pensam sobre esse assunto?

Ana B.

Dira Paes? Dira “Maes”!

22 julho 2008

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Conseguimos publicar o mini-depoimento da Dira aqui no blog!

Bodies!

10 julho 2008

Chegaram nossos novos bodies!! Em rosa e azul (foto), veja mais informações na nossa lojinha, com preço e email para contato!