mais um convite!

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11 Responses to mais um convite!

  1. Olá!
    Sou leitora de vocês há algum tempo e adoro o trabalho que vocês fazem com relação ao aleitamento, mas fiquei muito decepcionada com o o artigo abaixo:
    https://matrice.wordpress.com/depoimentos-bacanas/equivocos-da-amamentacao
    Fala sério, que coisa mais xiita, gente! Assim como tem pediatras que dizem que a mulher tem pouco leite/leite fraco, outros dizem exatamente o contrário, defendem a tese de que isso não existe. Acho que vocês foram infelizes ena escolha do post que colocaram como ‘equivoco’, pois não conhecem a Tatiana, muito menos a história dela, sua filha e o tom ‘denúncia/absurdo’ que vocês deram aos posts, foi totalmente arbitrário e, para dizer o mínimo, sem noção.
    Espero que no futuro, vocês sejam mais cuidadosos ao taxar outras pessoas de irresponsáveis, loucas, ou desinformadas.
    Abraços!

  2. disse:

    Não achei nada legal vocês copiarem posts de um blog na parte de depoimentos que chamaram de equívoco, chamando as dificuldades de uma mãe em amamentar de besteira ou asneiras.

    Ela não estava divulgando informações para ninguém estava apenas contando suas dificuldades em amamentar, que convenhamos boa parte das mulheres têm.

    Tenho dois filhos que tiveram amamentação exclusiva até os 6 meses. Minha filha mais velha mamou até os 11 meses e o mais novo até 9 meses. Eu sempre acreditei na causa da amamentação e insisti muito. Mas tive rachaduras nos dois casos o que tornou a minha experiência muito dolorida no primeiro mês. Fui insistente, mas se não tivesse sido não teria virado uma desinformada. Apenas teria optado por não continuar aquele processo que me causava mais dor do que prazer naquele momento (embora tenha sido maravilhoso depois).

    Às vezes pessoas engajadas numa causa acabam tendo posturas radicais que mais ajudam do que atrapalham. Essa parece ser uma dessas situações.

    E hoje, passados seis anos desde o final da amamentação, vejo que ela faz parte de um pedaço muito pequeno do que é exercer a maternidade. Mesmo se eu não tivesse seguido em frente e tivesse desistido, isto não teria me colocado instantaneamente na rota de má mãe.

    Finalmente, ética, correção e respeito são pressupostos importantes para quem quer defender uma causa, sem dúvida nenhuma justa. Mas vocês não foram nem éticos, nem corretos e nem respeitosos nesse caso. O que me permite colocar em dúvida a seriedade de vocês.

    Em tempo, lá no LV do Mothern a amamentação é amplamente defendida. Mas sem utopia. Os depoimentos das diversas mulheres que participam mostram que há dificuldades e que cada uma reaje de un jeito frente a elas.

    Atenciosamente,

    Denise

  3. Nalu disse:

    Eu sempre fui uma defensora da amamentação, entendo, já conhecia e respeitava o trabalho de vocês, mas certamente copiar trechos de blogs e postar aqui sem autorização e ainda ridicularizar o autor do post é (porque se chamar algo que alguém escreveu de “desfile de asneira” não é ridicularizar então não estamos no mesmo planeta) no mínimo falta de ética e consideração pelas dificuldades que a pessoa encontrou e que vocês dizem conhecer bem. Certamente vocês poderiam ter usado de outro expediente para ilustrar a mensagem que queriam passar, sem precisar de ter que copiar trechos de depoimentos pessoas sem autorização e ainda ridicularizar. Isso acaba sendo um desserviço à causa e só reforça postura de muitas pessoas que vêem os ativistas como radicais e fanáticos sem consideração.

  4. Dinha disse:

    Quando eu estava grávida do primeiro filho (há 7 anos), cheia de expectativas em relação a parto e amamentação, li num blog muito sábio, que em se tratando de maternidade, na grande maioria das vezes, tudo é uma questão de possibilidade, e não de vontade. Aprendi isto na prática. Meu primeiro filho nasceu de cesárea e o amamentei por mais de 1 ano, com aleitamento exclusivo até os três meses. Foi preciso muita perseverança, mas tenho certeza de que foi muito vantajoso para nós dois. Cinco anos depois, ao ter meu segundo filho, ele nasceu de parto normal, mas não pude amamentá-lo. Ele foi prematuro e simplesmente não podia fazer esforço ao sugar que descompensava todo o seu organismo. E ainda assim fui muito criticada! Mas em nenhum momento da minha relação com meus filhos, faltou informação, dedicação e amor!

    Me uno à corrente das mulheres contra radicalismos, especialmente quando eles cobram da mulher um padrão de perfeição pré-estabelecido. Eu tive e alimentei meus filhos de acordo com minhas possibilidades e, como tão bem disse a Denise, não sou mais mãe de um do que de outro. Tenho com cada um de meus filhos uma história única que não limita nossa relação aos primeiros acordes de uma longa convivência.

    Não aceito ser chamada de desinformada ou ser ridicularizada como um asno (que á afinal, quem faz “asneiras”) porque amamentei ou deixei de fazê-lo. E devem aceitar menos ainda as autoras dos textos reproduzidos sem autorização nem comunicado prévio. A internet é um meio democrático, mas isso não pressupõe se apropriar da palavra alheia e distorcê-la conforme seu interesse. Este é uma característica perigosa de outros tempos, de opressão, radicalismos e imposição. Valores (se é que podemos chamá-los assim) que devem ser repudiados sempre.

    Cláudia Lacerda

  5. Daniela disse:

    Mesmo as causas mais legítimas e corretas perdem a força quando são mal defendidas. Vocês prestaram um desserviço à amamentação quando piratearam um texto e manipularam o contexto para confirmar uma tese que por si só já é tão radical que já nasceu sem chance de prosperar.
    A maneira como se coloca as coisas determina a recepção que elas vão ter. Se por acaso vcs tivessem se controlado e não tivessem usado termos tão agressivos como “asneira”, a idéia seria melhor recebida e uma discussão saudável teria sido iniciada. Se por acaso vcs tivessem apontado alternativas ao curso que a Tatiana tomou, respeitando o ponto de vista dela (e pelo amor de Deus, pelo menos reconhecendo de onde veio o texto, isso é básico), talvez vcs atraíssem mais simpatia pelo que defendem.
    Como mãe que amamentou exclusivamente até os 6 meses e continuou até um ano de idade com uma grande dose de sofrimento que envolveu UTI Neonatal, volta ao trabalho com 4 meses, entre outros problemas, eu repudio qualquer forma de radicalismo. Mães precisam de apoio, não de mais pressão e teorias radicais fadadas ao fracasso nessa vida já tão sofrida.

  6. Jana disse:

    Ai ai ai ai, querida Ana Basaglia,
    Olha, antes de mais nada, vc não pode e não deve sair por aí catando post da internet e colocando em seu site, blog ou sei lá o que é aquilo ….
    2º querida, pensamento, idéias e maneiras de educar são próprias da pessoa, mãe, pai.
    O que dizer então de uma mãe adotiva ???? Ela normalmente não pode amamentar, por isso a criança vai ser menos saudável ou feliz ???????
    Amamentei minha filha até os 10 meses, por que quis e pq tinha excesso de leite, mas mesmo assim foi um processo difícil e dolorido, não são flores como vcs radicais costumam dizer não.
    E tb não me venha dizer que o leite materno é isso, é aquilo, pois como já disse amamentei minha filha 10 meses e ela têm um monte de alergias, aquelas tão propagadas por vcs que quem mama o leite materno não têm , sabe aquelas ???? Pois é, e só pra comparar, uma amiga, que o filho nasceu 4 dias depois da minha, amamentou só 10 dias e ele nunca teve nenhum problema de saúde, nunca tomou um antibiótico.
    E nno mais, a fofinha da filha da tati é linda demais, saudável, feliz e está perfeita, e a mãe tb. é tudo de bom.
    Sou defensora da amamentação, espero poder amamentar da mesma maneira que amamentei minha filha, mas
    Radicalismo jamais !!!!!

  7. alyarte disse:

    Daniela, Janaína, Nalu, Claudia, Tatiana e Denise, vejam nossa sessão recém-criada Os Equívocos.

  8. anabasaglia disse:

    bom, o grupo já decidiu mudar a cara do blog, e modificar a coluna, como as interessadas podem ver…
    mas eu sou teimosa e venho dar a MINHA versão dos fatos aqui: é claro q eu posso sair por aí e discordar de quem quer q seja, a essência da democracia é essa!
    se o problema foi ausência de link do texto, ok, mas naquele momento a origem do depoimento realmente não importava, eu estava demonstrando uma [péssima] idéia, e não criticando a postura de uma pessoa específica!
    todos os nossos depoimentos de sucesso são enviados pelas próprias mulheres, mas quem é q vai querer enviar seu texto de insucesso? ninguém o fez até agora…
    e mm assim, eu tenho uma pequena coleção desse tipo de texto, publicado por livre e espontânea vontade, em diversos blogs públicos.
    e eu não posso discordar desses textos? e eu não posso apontar o dedo e afirmar q esses textos contém asneiras e má-informação, segundo o MEU conceito???
    gente, me poupem!!!
    opressão, radicalismo e imposição??? pq eu discordei de alguém???
    em algum momento, no nosso blog, foi colocada em xeque a saúde da filhinha da tati, ou sua capacidade como mãe???
    gente, vcs são paranóicas!!!
    vcs estão lendo problema onde ele não existe!
    se o q incomodou vcs foi a ausência de crédito, ok, vcs já sabem quem escreveu aquele texto equivocado.
    se o q incomodou vcs foi eu ter achado q o texto era equivocado, sorry, mas continuo achando q desmamar um bb aos 4 meses é um erro, um equívoco, uma asneira, ainda q uma decisão particular da tati.
    eu não critiquei a tati naquele momento (nem agora!).
    eu critico a idéia de q mamadeira é inevitável, aos 3 meses de idade. e q um bb desmama naturalmente aos 4 meses de idade!
    eu acho q quem divulga isso (ainda q seja sua experiência particular) num blog público, pra quem quiser ler, está passível de ter essa idéia criticada.
    qto ao resto das opiniões calorosas de vcs, eu gostaria q vcs tivessem o mm ardor e pudessem defender uma mãe q está lutando pra conseguir amamentar e fazer seu bb saudável e feliz, provar pro marido, pra mãe, pro pediatra, pro mundo, q ela é capaz de amamentar, sim, é apenas uma questão de ajuste…
    e gostaria q vcs fossem bem ardorosas tb pra criticar nosso governo q deixou passar uma lei q modifica os rótulos de produtos dirigidos às mães e bebês…
    tb gostaria q vcs estivessem presentes na nossa ação no masp nesse sábado q passou…
    e, por fim, gostaria q vcs permanecessem por mais tempo aqui no blog, contribuindo e tb aprendendo q não é uma questão de ser xiita, mas tão-somente de defender um pt de vista (q, aparentemente, não é o mesmo de vcs).

    em tempo: segundo o houaiss, asneira é:
    1 ato ou dito tolo ou impensado; bobagem, dislate, tolice
    2 ato ou dito de traquinas; travessura
    3 ato ou dito impróprio; besteira, gafe, impropriedade
    4 dito picante

    em tempo 2: vou publicar o MESMO post no MEU blog. dessa vez, com o link, claro…

  9. tatiana disse:

    Não pretendo prologar qualquer tipo de discussão, até porque o site já alterou o conteúdo do link.
    De todo modo, alegar que de algum modo meus posts são desinformados, ou que falei que a mamadeira é inevitável, ou que o desmame foi natural, é simplesmente ignorar todo o conteúdo do meu blog, falar sem qualquer tipo de conhecimento dos problemas que eu tive e prestar um desserviço às mães com dificuldades.
    Quando estava grávida, participei de um curso de 9 semanas promovido pela Associação Médica do Paraná. Participei de dois cursos de amamentação, à parte. Entrei em contato com várias enfermeiras especializadas em amamentação (uma delas, inclusive, responsável pelos projetos de aleitamento materno em Curitiba).
    Ainda, passei por dois pediatras.
    O segundo, com o qual estou até hoje, identificou corretamente o problema com a amamentação: eu produzia leite suficiente para encher meu peito, mas não para garantir a demanda. Minha filha, por esse motivo, ficava 1 hora e meia em cada peito, totalizando 3 horas a cada mamada e engordou apenas 30g em 10 dias, formando bolhas nos lábios, por conta do esforço (sim, eu tenho as fotos para provar). Se isso não indicar problemas, realmente não sei o que mais poderia indicar.
    Além disso, fui devidamente acompanhada pela minha obstetra em todos os momentos. E a situação foi ainda agravada por problemas pessoais que dificultavam ainda mais a produção de leite.
    Assim, tachar meu desabafo como desinformado é, no mínimo, irresponsável.
    A dificuldade de amamentação que eu tive foi relatada no meu blog como desabafo. Mais ainda, fui acolhida por pessoas que gentilmente conseguiram me fazer ver que eu poderia me sentir menos culpada, por conta da pressão extrema de ser a mãe perfeita de manual. Que o amor e carinho e cuidados que dedico à minha filha fazem parte da maternidade, e que a amamentação é importante, mas não conseguir amamentar não me faz menos mãe.
    Ainda, qualquer um que conheça minimamente minha história sabe que o último post do desmame foi escrito chorando, numa tristeza que durou semanas – a depressão por conta disso vem sendo tratada.
    Por fim, se a intenção é realmente ajudar mães com dificuldades, seria no mínimo interessante oferecer essa ajuda. Não localizei nenhum comentário nos meus posts oferecendo qualquer tipo de auxílio – de nenhum site de amamentação, inclusive desse.
    Ao invés de retirar trechos de posts e colocá-los fora de contexto, acolher mães com dificuldades, auxiliando-as nessa fase difícil, deveria ser a nova rotina.

  10. Simone disse:

    Venho concordar com a Ana. Quem tem blog está sujeito a opiniões contrárias. Aliás, não só em blog, mas a vida é, felizmente, feita de contradições.

    Eu agradeço à Analy, e já o fiz publicamente diversas vezes, por ter me ajudado e me incentivado sempre, principalmente com seu exemplo. Foi muito bom conhecer mulheres que passaram pelas mesmas dificuldades que eu e, ainda sim, não desistiram da luta que é amamentar em tempoa atuais.

    Tatiana, eu acredito que não foi possível você amamentar pela razões que coloca. Mas acredito que por essas mesmas razões, você poderia se juntar à causa e garantir que outras pessoas superem os problemas que você passou. Os exemplos, de sucesso ou insucesso, sempre servem para ajudar quem precisa. Não fique magoada. Lute para garantir que outras mulheres e bebês não tenham que chorar as mesmas lágrimas que você. Como diz o ditado: se a vida lhe dá um limão, faça uma limonada!

    Pessoas, não existe mais mãe ou menos mãe por causa de amamentação, de parto, de cor, de credo, de profissão ou do que quer que seja. A Matrice luta pelo direito a informação para quem DESEJA amamentar e enfrenta dificuldades, não para as mães sejam obrigadas a amamentar. Ninguém é obrigada a nada e ninguém é pior porque não amamentou. É só uma questão de realização na experiência. Por que quem tem sucesso não pode compartilhar sua alegria? Isso deveria alegrar a todas, não incomodar.

    abraço a todas que amamentaram ou não, porque quiseram/puderam, ou não.
    Obrigada Matrice por existir!!!

  11. fcassab disse:

    A Simone tocou em alguns pontos super válidos:
    1 – Lutar para mudar- é isso mesmo é preciso lutar muitas vezes para mudar nossa realidade. EU tive muitos problemas na amamentação da minha filha. Ela foi complementada por um mes e vi seu desmame de perto. O que me fez amamenta-la minha convicção. Por isso estou na Matrice, para mudar e apoiar. Apoio este que não tive. Todo movimento é politico, partidario ou não!!!
    2 – A Matrice luta por informação. Pq? Pq informação mais apoio garante terreno fertil para expandir a cultura de amamentação.
    Simone: Obrigada por vc compartilhar tão linda ideia!!!

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